Archive for the ‘Telemedicina e Telesaúde’ Category

Conversa sobre Telessaúde no apoio da Estratégia da Saúde da Família

13 de junho de 2012

Participe do chat e discussão ao vivo com Eno Dias de Castro Filho no dia 14 de junho de 2012 as 16:00h. Clique aqui para ver a apresentação ou aqui para maiores informações.

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Telemedicina no Prontuário Eletrônico

21 de dezembro de 2011

Fábio Castro

Durante o atendimento clínico é relativamente comum o médico ter dúvidas durante o atendimento. São cerca de 3 a 4 dúvidas por período de trabalho (4 horas). A maioria das dúvidas são pequenas e podem ser resolvidas rapidamente. Antes do aparecimento da internet, as dúvidas era resolvidas com consultas aos colegas de trabalho ou livros. Com a internet o acesso pode ser feito com buscas na internet ou com a telemedicina.

A telemedicina pode ajudar na resolução de dúvidas com recursos online e offline. Recursos offline pode ser na forma de mensagem para um fórum ou email para um especialista e esperar a resposta(s). Marcar uma consulta online com um especialista seria outra opção. Recurso online pode ser um chat onde encontraria colegas interessados em resolver dúvidas de outros médicos.

O último recurso pode ser integrado a um Prontuário Eletrônico. Uma ferramenta de chat permitiria que um médico com uma dúvida, que tem que ser resolvida rapidamente, entre em contato com outros profissionais. A integração com o Prontuário Eletrônico seria uma forma de garantir segurança das informações, evitando que qualquer um entre no sistema.

A dúvida poderia ser estruturada com opção de escolher especialidade (cardiologia por exemplo), problema/doença (hipertensão por exemplo), área (tratamento ou diagnóstico por exemplo). A estruturação permitiria encontrar um médico disponível para tratar aquela especialidade ou problema.

Quem ajuda a resolver dúvidas pode ser voluntário ou contratado. Os voluntários poderiam listar o assunto que querem ajudar e a disponibilidade (um problema por horário de trabalho por exemplo). Os contratados poderiam ser os especialistas em Medicina de Família e Comunidade. Seria mais uma forma de trabalho o que seria importante para diversificar as oportunidades de trabalho da especialidade ou permitir trabalho adicional para a especialidade.

O “chat” também ajudaria os médicos que trabalham em locais de difícil acesso a recursos de alta complexidade e especialistas, o que facilitaria a capitação e fixação dos médicos no interior.

Uma limitação é o anonimato. O chat poderia ter meios de “anonimizar” os dois lados evitando questões éticas ou pessoais que causariam barreiras ao uso da ferramenta. Até mesmo os dados dos pacientes deveriam ser anonimizados.

A interface abaixo seria um exemplo de um chat. Na verdade foi editado a partir de um programa de comunicação por voz (teamspeak).