Carta SUS digital

4 de setembro de 2012

No último domingo o Fantástico mostrou uma reportagem sobre fraudes no SUS:
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681664-15605,00.html

Foi citado também fraudes com a Farmácia Popular. Foi citado que o Departamento de Assistência Farmacêutica tem doze funcionários sendo três para conferir documentação da Farmácia Popular.

No site do ministério é possível ver um software de assistência farmacêutica chamado HÓRUS – Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica :
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1675

Uma olhada rápida permite perceber que não foi criado para ser usados nos serviços privados que atuam com os medicamentos da Farmácia Popular. O diretor do DAB citou no Twitter que uma solução será o Sistema Farmácia Popular, mas não encontrei nada no google. Também citou a Carta SUS que é enviada ao paciente para conferir sobre internações. A reportagem cita pacientes que foram questionados sobre internações, mas citam apenas atendimento ambulatorial.

Os gastos com a Farmácia Popular em 2013 está estimado em R$ 2 bilhões. Supondo 10% desviado para fraudes, cerca de R$ 200 milhões, dá e sobra para criar softwares para distribuir para as farmácias (dispensação dos medicamentos), médicos (prontuário eletrônico) e pacientes (prontuário pessoal de saúde) para fazer auditoria eletrônica. A economia com a diminuição das fraudes poderia viabilizar facilmente toda a informatização do SUS.

A interface abaixo é do Facebook com um mock-up da CartaSUS digital. Claro que só o paciente veria o conteúdo da carta. Após comprar um medicamento, a Farmácia colocaria os dados no computador. Com o número do Cartão Nacional de Saúde do paciente seria enviado automaticamente a mensagem para o Facebook do paciente, caso o paciente use o sistema. A ferramenta faria parte de um Prontuário Pessoal de Saúde.

Clique na Imagem para ampliar

O prontuário eletrônico, pelo menos os usados pelos médicos do SUS, permitiria indicar se a medicação foi prescrita e evitar que seja fornecida várias vezes ou em vários estabelecimentos.

A limitação da Carta SUS digital é o acesso dos pacientes a informática, mas um tablet dos Agentes Comunitários de Saúde faria a mesma função assim como o atendimento informatizado feito pelas Enfermeiras antes da consulta com o médico.

SISREG – Sistema de Regulação

21 de agosto de 2012

A regulação, ou o controle do acesso aos serviços de assistência a saúde, como consultas com os médicos especialistas, é um dos gargalos para o bom funcionamento do SUS. O SISREG, Sistema Nacional de Regulação, seria a ferramenta informatizada para controlar o sistema. Quem se interessar em conhecer e tentar entender como funciona é só ir ao link:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=36608&janela=2

Em uma discussão na lista de discussão da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), o assunto foi posto como o centro da implantação do prontuário eletrônico. O link da lista é : http://groups.google.com/group/sbmfc?hl=pt-BR

Um SISREG com banco de dados nacional contaria com um identificador único do paciente que é o Cartão Nacional de Saúde. No caso da regulação, imagino que seria necessário um banco de dados nacional. Com o cartão nacional de saúde é possível ter um identificador único. Com a data do pedido e a especialidade já passa a ser possível transferir o pedido com o paciente mudando de cidade.

Um problema que o SISREG tem que resolver é a questão dos pacientes que consultam em várias cidades para ver em qual sai a consulta primeiro com o especialista ou consultam com vários especialistas para ter uma segunda opinião. O resultado é sobrecarregar o sistema. Com um banco de dados único vai ter que escolher um só lugar, com a diminuição da fila de espera.

O prontuário eletrônico pode guardar a lista de encaminhamentos para cada paciente ao trocar dados com o SISREG. O “mock-up” abaixo é um exemplo do ponto de vista do médico.

Em “1” seria a lista de problemas do paciente, no caso do prontuário orientado para o problema. Em “2” estão os problemas que tem pedidos de encaminhamento para o especialista. No caso foi pedido para mostrar “todos” os pedidos, mas o filtro pode ser por problemas como os encaminhamentos para asma, hipertensão etc.

Em “3” estão os dados dos encaminhamentos. A tabela mostra os encaminhamentos pedidos, ainda na fila de espera. As informações incluem quem pediu, quando e onde, dados clínicos e prioridade. Indicar a previsão da consulta seria interessante.

A lista de consultas agendadas permite fazer busca ativa para garantir que o paciente não falhe a consulta, o que é um problema comum. A lista de consultas realizadas pode ter um link para os dados clínicos com os dados entrados pelo especialista. A lista de consultas canceladas ou que o paciente faltou deve ser de conhecimento do paciente e que o médico tem acesso a estas informações.

A tabela foi criada a partir dos problemas. Junto com as informações de vários pacientes pode ser criada uma tabela semelhante com os dados da micro-área ou de toda a área de atuação. Um módulo de relatórios criaria um condensado das informações para ser usado no nível de unidade de saúde, distrito ou município. Dados ainda mais condensados podem ser usados a nível estadual ou nacional.

O nível de detalhes varia com o usuário das informações. A equipe trabalha com nome, dados clínicos etc. O gestor trabalha com números para planejar a contratação de profissionais ou pensar em alternativas como educação continuada para capacitar os profissionais da APS/PSF em resolver problemas simples que não deveriam estar sendo encaminhados aos especialistas.

Informática Médica no VI Seminário Internacional da Atenção Básica

13 de agosto de 2012

Foi realizado nos dias 30 de julho a 01 de agosto, o VI Seminário Internacional da Atenção Básica no Rio de Janeiro. O seminário teve duas mesas relacionadas com a informática médica: prontuário eletrônico e registro eletrônico.

Foi mostrado o prontuário eletrônico que será oferecido gratuitamente pelo Departamento da Atenção Básica. Será o Infosaúde já em uso em Florianópolis. As imagens abaixo são da versão antiga. A nova será baseada no registro médico orientado para o paciente.

As imagens da nova versão estará disponível no site do seminário. Todas as apresentações serão colocadas no site:
http://dab.saude.gov.br/sistemas/6seminariointernacional/programacao.php

Test Drive do “Meu Prontuário”

5 de julho de 2012

Tive acesso a mais um prontuário eletrônico para testar. É o “Meu Prontuário”. O site da empresa é http://www.meuprontuario.net/prontuario-medico/
O canal do Youtube tem vídeos demonstrativos http://www.youtube.com/user/meuprontuario?feature=results_main

O responsável citou que usou muitas sugestões do Blog Informática Médica no PSF como a lista de problemas do Prontuário Orientado para o Problema.

Primeiro me foi solicitado seguir uma pequena aula antes de usar o software, mas um bom teste para ver se o programa é amigável é tentar usar sem se preparar. A maioria dos prontuários eletrônicos não são muito intuitivos na hora de iniciar o atendimento de um paciente. Tem que cadastrar o paciente e seguir um roteiro que não costuma ser intuitivo.

O primeiro prontuário eletrônico que eu usei só precisava digitar o nome e começar a usar, mas com risco de criar cadastros duplos. Este recurso pode funcionar sem que exista a troca de dados com outros profissionais, servindo apenas como exceção.

Na interface abaixo está a lista de problemas com problemas ativos, problemas inativos, problemas familiares e lista de medicação. O cadastro do paciente permite ligar os familiares e criar a lista de problemas familiares automaticamente trocando dados de problemas ativos.

A evolução dos problemas pode ser automatizada. Existem atendimentos prontos que podem ser feitos com poucos cliques do botão.


O programa ainda está em desenvolvimento e senti falta de um editor para cada médico criar seus próprios atendimentos estruturados. Atualmente apenas o desenvolvedor atualiza a partir de sugestão dos usuários.

Existe também uma opção de anamnese não estruturada:

Os dados da anamnese estruturada e não estruturada de atendimentos anteriores ficam visualizadas no módulo de impressão. A interface abaixo é a visualização de uma prescrição de medicamentos e do prontuário completo.

No módulo de prescrição de medicamentos existe a opção “repetir a prescrição” que é muito bem vinda pelos médicos. A lista de medicação disponível é repetida e os medicamentos que não interessam podem ser depois apagados.

A seleção de medicação é feita com busca da medicação. A medicação vem com a posologia usada com mais frequência. Na interface abaixo eu coloquei já com uma lista de prescrições prontas com o profissional apagando o que não quer. Os dados não estão estruturados o que dificulta trocar dados com a farmácia do SUS sobre a disponibilidade da medicação no estoque.

Achei difícil listar resultados de exames. A empresa disponibiliza um programa gratuito para os laboratórios entrar dados dos exames e disponibilizar automaticamente para quem usa o Meu Prontuário. Não tive acesso a esta ferramenta. O formulário de pedido de exames é voltado para as necessidades de convênios e não interessa ao SUS. A imagem abaixo é uma montagem com o pedido de exame (original) e a entrada dos dados do exame.

Foi demonstrado o Sistema de Informação. O banco de dados é nacional, com 170 mil pacientes cadastrados. Em poucos segundos me foi mostrado a prevalência de algumas doenças na população.

O módulo de agendamento tem o padrão de agenda do dia, semana e mês. No caso do PSF senti falta de limitar o número de vagas. Na minha lista de desejo a agenda tinha que ter a foto do paciente.

Os módulos de encaminhamento e atestados não foram desenvolvidos ainda, mas são formulários que podem ser criados em um editor de texto.

Por que os médicos odeiam o prontuário eletrônico?

13 de junho de 2012

O professor Renato Sabbatini postou a mensagem abaixo sobre Prontuários Eletrônicos na lista de notícias da SBIS (http://groups.google.com/group/sbis_l). É um resumo sobre um artigo (clique aqui para ver o artigo)

O que me chamou a atenção no artigo foram os comentários de outros médicos que citam que a grande maioria dos prontuários eletrônicos são péssimos. Em posts anteriores foi citado que a participação dos médicos no desenvolvimento de um Prontuário Eletrônico é um motivo de sucesso. O artigo acima cita esta questão, com os projetos sendo impostos de cima para baixo, por gestores ou administradores. Um comentário cita a postura dos desenvolvedores que focam nas metodologias de projeto e ouvem os usuários (médicos) depois.

Post original:
Artigo muito interessante no Kevin MD. Resumo da história:

1. Interfaces atrozes de usuário, ineficientes, maioria dos softwares gasta mais tempo que o papel, desenvolvimento foi top-down e não envolveu ou consultou os profissionais de saúde

2. Não está comprovado que o PEP aumenta a segurança do paciente ou a eficiência do sistema, ou baixe os custos. Mal implementado, existe evidência que é o contrário: prejudica a segurança do paciente e aumenta os custos.

3. Médicos ciosos de sua independência e receosos de julgamento de valores e competição agressiva, não querem compartilhar com outros médicos da instituição os dados de “seus” pacientes

4. Medo de que serão espionados, criticados, punidos e até demitidos por análises injustas do que entrarem no prontuário

5. Mas o pior é o argumento de que os hospitais e instituições de saúde, principalmente planos de saúde, querem controlar os médicos através do PEP, usando o seguinte esquema:

– Tira o papel, torna uso obrigatório do PEP em toda a instituição
– Não tem outro jeito, mais,  de pedir exames, procedimentos e encaminhar pacientes a não ser através do PEP
– a instituição então passa a tirar ou substitiuir certos exames, medicamentos, procedimentos, etc., da lista disponibilizada nos menus, tornando impossível seu uso pelo médico
– a liberdade do médico passa a ser restrita, muitas vezes por motivos econômicos

Se quisermos melhorar a adoção do PEP, vamos ter, como profissionais de saúde, encarar como derrubar esses obstáculos, que são sérios, muitas vezes invisíveis e não compreendidos. Um a um. Os médicos têm razão em muitos desses pontos.

Conversa sobre Telessaúde no apoio da Estratégia da Saúde da Família

13 de junho de 2012

Participe do chat e discussão ao vivo com Eno Dias de Castro Filho no dia 14 de junho de 2012 as 16:00h. Clique aqui para ver a apresentação ou aqui para maiores informações.

Formulário Judicial no Prontuário Eletrônico

22 de maio de 2012

A Pediatra do meu Centro de Saúde tirou uma foto de um Estadiômetro (a régua para medir altura de criança) para enviar junto com um formulário para ser enviado para a Promotoria de Justiça. Os Estadiômetros comprados prefeitura eram de má qualidade e estavam estragando facilmente. Com a queixa, os modelos não seriam mais comprados da mesma empresa em futuras licitações. A imagem abaixo é do Estadiômetro e dá para perceber a folga da régua que leva a muitos erros.

Parece ser uma boa funcionalidade para ser integrada no Prontuário Eletrônico. Com dados entrados digitalmente podem ir direto para o sistema informatizado de compras ou do judiciário.

O problema descrito é comum no sistema público pois geralmente quem vence a concorrência é quem oferece o menor preço e sempre conseguem encontrar falhas para vender produtos de má qualidade. Com o formulário digitalizado os profissionais de saúde poderiam criar barreiras contra esta má prática.

O problema interessa as informática médica pois pode evitar a compra de softwares e hardwares de má qualidade. Aqui em Belo Horizonte comparam impressoras matriciais e alguns médicos estão reclamando que estão ficando surdos, além de irritarem e serem muito lentas. Já cheguei a dar queixa no Conselho Regional de Medicina a respeito.

Test Drive do GNU Med

18 de abril de 2012

Recentemente fiz um test drive no prontuário eletrônico, de fontes abertas (open source), chamado GNU MED (vou chamar de gnu para simplificar). Os página do software é :
http://wiki.gnumed.de/bin/view/Gnumed

Um demo está disponível para quem quiser testar. O problema é que o servidor está em outro país e ficou bem lento, não permitindo usar tanto quanto necessário.

Cabeçalho

Na imagem abaixo eu vi que o GNU tem uma requisito que todo prontuário eletrônico tem que ter que é mostrar a foto do paciente. Acho bom para evitar erros e pode ser usado em outros módulos como a agenda e sistema de informação. Por outro lado senti falta de mais dados demográficos no cabeçalho. São informações que são usadas durante o atendimento para tomada de decisão. Informações básicas como idade, sexo, profissão, estado civil, local de moradia, equipe e ACS são usadas com certa frequencia na decisão clínica.

No lugar dos dados demográficos foi colocado alertas. Acho que deveriam ficar na lista de problemas como coloquei na interface para comparar, ou no módulo apropriado como o de prescrição.

Dados Clínicos

O GNU tem uma lista de problemas que aparece constantemente em alguns módulos. Os dados clínicos podem ser entrados em vários

Achei estranho o GNU ter vários locais para entrar e ver os dados clínicos. Pode ser visto nas abas EMR tree, notes, progress notes e EMR journal. Se for para testas várias soluções possíveis até que faz sentido. Como o uso do DEMO é muito lento, levando vários minutos para mudar de página, fica difícil tentar avaliar.

A interface abaixo é a que eu gostaria de ver em um prontuário orientado para o problema. O problemas sendo evoluído no encontro/episódio está bem marcado em “1”. As abas marcadas em vermelho mostram os problemas que estão sendo evoluídos no encontro. No GNU, o médico é que cria os novos problemas, mas poderia ter sido a enfermeira que criou os encontros no acolhimento. Seria a primeira interface que o médico veria ao abrir o prontuário. Então as abas com os problemas indicariam que o paciente queixou da dor lombar, quer fazer consulta geral (allgemeines em alemão) e tem um novo problema.

Módulos

A interface abaixo tem tudo que a interface anterior tem porém mais detalhado. No canto inferior esquerdo tem um espaço abaixo da lista de problemas onde não conseguia pensar no uso. A maioria dos pacientes tem poucos problemas e ficaria um espaço morto. No GNU colocaram o histórico dos dados do problema sendo evoluído. Foi uma boa idéia pois no local onde entra os dados no SOAP também poderia ser usado para ver os dados, mas não fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Com a interface do GNU ficou possível.

Aproveitei a interface para mostrar a minha preferência sobre a disposição das informações na interface. No GNU os módulos ficam colocados na parte inferior da interface (no rodapé). Eu prefiro em uma coluna na direita como está na interface. O módulo sendo usado está marcado em azul. O GNU tem apenas 13 módulos e acho que é possível criar bem mais de 20 módulos. Abordagem familiar é um exemplo e seria o local onde ficaria o Genograma e a lista de membros da família. Outro motivo é caber mais itens. No GNU alguns módulos ficam disponíveis no menu no canto superior esquerdo e é bem mais difíceis de acessar. É lugar para ferramentas muito pouco usadas. Acho que estas configurações pode ser customizadas. Tem gente que vai querer acima/abaixo ou esquerda/direita.

Prescrição

O módulo de prescrição não me parece muito intuitivo. Tem medicação por problema, mas poderia ter um filtro como eu coloquei no desenho a direita. Eu clico no problema e depois no módulo “medicação” e mostra apenas a lista de medicamentos prescritos para aquele problema. A opção de visualizar todas as medicações também deve estar presente, mas como uma forma de visualizar.

Escolher um medicamento também não parece bem estruturado. É difícil escolher via, frequencia, duração tratamento e outros dados que podem ser estruturado. Esta estruturação é necessária para indicar para a farmácia central do SUS a quantidade de medicação prescrita para ser liberada (se estiverem integrados e tem que ser integrado). Indicaria até se a medicação está disponível na farmácia. Talvez o problema fosse a lingua estrangeira e a lentidão. Por outro lado o menu de prescrição tem um cabeçalho indicando se o paciente tem alguma alergia ou contra indicações.

Pedido de Exames

Uma funcionalidade do prontuário que pode ser bem complicada são os pedidos de exames.
Existe divisão por:
– objetivo: ver exames ou pedir exames
– tipo de exame: imagens, sinais, patologia, laboratório
– configurar impressão: pedido imediato, local diferente, prioridade diferente etc
– pedido estruturado e não estruturado
– modo de visualizar: lista, tabela, gráficos etc

No GNU os exames estão disponíveis em uma tabela exames x datos como na interface abaixo.

O pedido é codificado com o LOINC. O problema é ter que colocar os valores de referência e indicar se está alterado. Parece fácil de automatizar.

Arquivos

Um módulo que acho útil, e não tenho disponível onde trabalho, é um módulo onde são guardados os documentos do paciente. É um bom lugar onde poderia ser guardado o genograma vindo de outra fonte como uma foto tirada de um genograma em papel. Coloquei em vermelho uma sugestão de divisão de arquivos.

Pode ser um local onde estão guardados cópias de todos os formulários impressos como ficha de atendimento, receitas, exames, encaminhamentos, atestados etc. Uma situação relativamente comum é o paciente perder a receita e querer uma cópia. A enfermeira atende o paciente, vai no módulo de arquivos, imprime uma copia da receita e o médico assina. Seria o equivalente a deixar uma cópia no prontuário escrito já prevendo este problema. No computador é só imprimir.

Informática Médica no V Congresso Mineiro de Medicina de Família e Comunidade

13 de abril de 2012

O V Congresso Mineiro de Medicina de Família e Comunidade, a ser realizado em Montes Claros/MG, entre os dias 7 e 10 de junho de 2012, terá várias apresentações relacionadas com a Informática Médica. No dia 8 junho haverá uma mesa redonda sobre Prontuário Eletrônico de 9 / 12 horas, uma mesa redonda sobre CIAP de 13:30 / 18:30 e uma mesa sobre Telessaúde de 16:30h / 18:30h.

A grade completa do congresso pode ser vista no link:
http://www.cmmfc2012.com.br/programa.html

GT Prontuário Eletrônico

29 de março de 2012

A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) iniciou discussões sobre requisitos de prontuário eletrônico para a APS. Para se associar basta ir no site da lista de discussão e se inscrever: http://groups.google.com/group/prontuario-eletronico-sbmfc

O grupo conta também com membros do Departamento de Atenção Básica (DAB) do Ministério da Saúde. A imagem abaixo é um esboço do Projeto SisABS do DAB.